"No mundo da luz não existe lugar para o cativeiro da alma." M.V.B.

sábado, 14 de maio de 2011

CONQUISTA A TUA LIBERDADE

"Não te comprometas  com as coisas do mundo,
pois elas te prenderão  em pesados grilhões;

não te comprometas  com as coisas do espírito,
pois nenhuma crença te dará a liberdade que anseias.

Ouve tua Divindade interna,
ela te mostrará as bases de uma filosofia somente tua,
mas a única capaz de te levar ao encontro da Luz."

Extraído de "Arquivos da Transcendência", de Márcia Villas-Bôas

quinta-feira, 12 de maio de 2011

PENSAMENTO PARA HOJE - Deepak Chopra

Pratique o silêncio e você adquirirá um conhecimento silencioso.
Neste conhecimento silencioso está um sistema computacional
que é muito mais minucioso, muito mais preciso, e muito mais poderoso
do que qualquer coisa que esteja contida nas fronteiras do pensamento racional.

(Deepak Chopra)

terça-feira, 10 de maio de 2011

ONDE ESTÃO OS DEUSES?

As mitologias falam de deuses responsáveis pela criação do mundo e dos homens,  que durante séculos guiaram o nosso destino.
Mas onde estão eles agora?
Não acho que os deuses tenham nos abandonado à nossa própria sorte.
Acredito que existe uma terrível dificuldade na comunicação entre criadores e criaturas e essa dificuldade é mostrada na própria mitologia; talvez por diferença de freqüência vibratória, talvez porque nosso equipamento físico ainda não esteja adequado a esse tipo de recepção, ou talvez porque a preocupação com o mundo exterior é tão grande que nos esquecemos de olhar para dentro.
Mas o caminho que leva para dentro de nós mesmo, e ao conseqüente encontro com os deuses é longo e doloroso, pois implica na mudança dos valores que nos foram impostos ao longo da vida. É sofrer, sangrar e chorar até que uma luz se acende em nosso interior e nos mostra a melhor estrada a seguir.
Penso que essa busca começou no início de nossa própria existência. Não fosse assim, por que então aquela sensação esquisita de estar num lar que não é o nosso, numa família que não é a nossa? Por que aquela certeza de que nossos verdadeiros irmãos estão em algum outro lugar do universo?
E quando os olhos procuram as estrelas, tentando evocar alguma recordação, vem  aquela saudade inexplicável. Saudade do universo? Saudade da origem? Saudade dos deuses? Saudade de que?
Um dia, finalmente, os olhos aprendem a procurar, descobrem onde buscar, encontram o caminho que leva ao interior e os segredos da alma começam a ser revelados; e vem então a busca de  novos horizontes, novos conhecimentos.
Como um espectador de sua própria vida, vê seu mundo de crenças desmoronar aos poucos. Vão-se os amigos e  todos os antigos valores viram fumaça... E chega a solidão, mas uma maravilhosa solidão... e jamais volta a procurar fora aquilo que está lá dentro; escuta a linguagem dos deuses e descobre que eles sempre estiveram muito perto, ao alcance do coração e da mente.
São  muitos os que procuram... mas procuram fora. Acreditam que é preciso ir em busca de um guru ou de um lugar santificado para alcançarem... o que? Se perguntamos o que buscam, as respostas são muito vagas. Trilham estradas íngremes e difíceis e  provam das amarguras que o buscador encontra até descobrirem  que ninguém pode lhes dar aquilo que só vão encontrar no universo infinito de sua alma.
Texto de Márcia Villas-Bôas


domingo, 8 de maio de 2011

A CRIANÇA E O AMOR

Era uma criança muito pequena e muito triste.
Tão pequena, que o mundo inteiro tomava proporções gigantescas  ante seus olhos amedrontados.
E as pessoas que a cercavam cresciam como monstros disformes sempre prontos a devorá-la.
Tão triste, que parecia abrigar em seu coração toda a tristeza do mundo,
e as lágrimas que lavavam seu rosto não aliviavam a dor que lhe oprimia o peito.
Sofria de saudade...
Saudade daquela estrela bonita que brilhava nas noites limpas, saudade do Sol, saudade do espaço.
E não encontrava na Terra o que preenchesse o vazio que trazia na alma.
Vazio cheio de saudade, vazio cheio de dor, vazio cheio de pranto, vazio cheio de escuridão.
E a criança caminhava pelo mundo, tropeçando nos obstáculos criados pela matéria,
sujando os pés na poeira da estrada, sujando o corpo na poeira da vida.
E quando chorava, suas lágrimas banhavam-lhe o pequeno corpo e ele resplandecia.
A criança olhava-se surpresa, sem compreender, porém,  o porquê daquela névoa azulada que a envolvia após o pranto.
E continuava a caminhar sozinha pela estrada, com medo de enfrentar o mundo de gigantes que a maltratavam.

Um dia, em sua caminhada, a criança viu uma luz que deslumbrou seus olhos já acostumados às trevas. Dirigiu-se para essa luz e viu-se envolvida por ela.
E dentro dessa luz viu um Ser, lindo como aquela estrela que brilhava nas noites limpas, lindo como o Sol, lindo como o espaço.
Sua roupa de prata  brilhava mais que todas as luzes da matéria reunidas
e seus olhos, ah, seus olhos!...
A criança perdeu-se dentro daquele olhar tão cheio de ternura, tão cheio de amor.
O estranho Ser sorriu e estendeu-lhe a mão.
Suas mãos se encontraram e a criança sentiu uma torrente de Amor e de Luz invadir o vazio de sua alma, e seu coração, cansado de sofrer, palpitou com  aquela torrente de vida que começou a correr-lhe pelas veias.
E a criança, por instantes, perdeu a noção do tempo e do espaço, subiu às estrelas
e o mundo onde vivia pareceu-lhe um pequeno ponto colorido em meio  a milhões e milhões de outros pontos de luz.
Voltou à Terra trazida pela mão que segurava a sua e quando olhou seu próprio corpo,
notou, surpresa, que crescera, crescera tanto que os seres humanos, que antes pareciam-lhe monstros imensos, transformaram-se agora em pequenas e frágeis criaturas, perdidas na escuridão.
Sentiu pena, sentiu Amor.
Estendeu os braços e envolveu-os a todos num único abraço, e deixou verter sobre eles todo o imenso amor que lhe enchia o peito.

Depois, olhou em torno, à procura daquele Ser belo, vestido de prata, de olhar terno,
e não o encontrou.
Sentiam, porém, nas mãos o calor de suas mãos, sentia sua doce presença.
Mas onde estaria ele?
Foi então que olhou para dentro de si e o encontrou.

A Sabedoria Universal tornara-os um só,
reunira num único Ser, a criança e o Amor.

Extraído de “O Grande Encontro” de Márcia Villas-Bôas

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A MALDIÇÃO DE CASSANDRA

  Cassandra e seu irmão gêmeo Heleno,  filhos do rei de Tróia, Príamo, foram agraciados por Apolo, ao nascerem, com o dom da profecia.
   Apolo, porém,  vendo Cassandra crescer em inteligência e beleza, por ela se apaixonou. 
   Cassandra, que servia à deusa Atena, recusou seu amor e Apolo, ferido em seu orgulho, retirou da moça o dom da persuasão, isto é, por mais que profetizasse, ninguém acreditaria no que dissesse.
  Cassandra, desesperada porque ninguém a escutava, avisava a todos sobre os perigos que Tróia corria, sobre o fogo que a destruiria, sobre a necessidade de  que tomassem providências sobre o que ocorria em seu Reino para que a desgraça não caísse sobre ele, mas ninguém acreditava em suas palavras. E não escutavam nada do que  dizia, julgando estar a moça completamente enlouquecida.
  Na história de nossa humanidade, foram muitos os que carregaram, e que ainda carregam consigo a maldição de Cassandra. Pelo visto, ao amaldiçoar Cassandra, Apolo estendeu seu anátema a todos aqueles que conseguem   ver um pouco além mas que, quando expõem sua nova visão do mundo, são crucificados, queimados em fogueiras, ou vistos como loucos, coisa que vem acontecendo ao longo da nossa História.
    Será isso apenas mais um capricho dos deuses, ou um castigo para aqueles que ousam pretender mostrar à humanidade o caminho mais rápido e indolor para o resgate de uma cegueira milenar?
Texto de Márcia Villas-Bôas

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PENSAMENTO PARA HOJE - Richard Bach

Por mais que sejamos cultos,
por mais que mereçamos,
jamais conseguiremos uma vida melhor
enquanto não possamos imaginá-la
e não nos permitamos alcançá-la.
Richard Bach

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Uma boa semana

Que esta semana que se inicia nos traga dias de plena felicidade,
que nossas sensações nos mostrem uma realidade construtiva,
aquela realidade que vem do fundo do nosso ser e estimula a criatividade .

Que não sejamos impressionados pelas ilusões que estão ao nosso redor,
que só nos enchem de medo e preocupações.

Que nossa imaginação nos leve às realidades sutís do espírito
e não criem fantasias destrutivas que ameaçam nossa tranquilidade.

Que nossa riqueza interior possa chegar à nossa consciência,
mostrando ser possível espalhar flores nos caminhos que trilhamos.

Uma semana maravilhosa para todos!
Márcia Villas-Bôas